Vitor Pereira Jr
Contos, Crônicas e Versos
CapaCapa
Meu DiárioMeu Diário
TextosTextos
E-booksE-books
FotosFotos
PerfilPerfil
Livros à VendaLivros à Venda
Livro de VisitasLivro de Visitas
ContatoContato
“Devemos isso uns aos outros: contar estórias”.
Neil Gaiman

 
Por que escrevemos? Porque nascemos para contar estórias. Mesmo antes de saber escrever, já gravávamos nas paredes das cavernas nossas estórias. Quando somos crianças, desenhamos em uns poucos e indefinidos rabiscos coloridos estórias reais e fantásticas para nossos pais e professores. E seja em volta de uma fogueira ao relento, ou no conforto da cama antes de dormir, gostamos de ouvir essas estórias. E para que escrevemos? Para deixar uma marca no mundo. Da raiz proto-indo-europeia skribh, escrever é fazer um recorte do que você vai contar e deixá-lo registrado para que os que por ele passem o leiam. Ler é, muitas vezes, como entrar numa caverna e se comunicar com as estórias que os contadores que por ali passaram deixaram para nós. Aqui nessas paredes digitais, deixo para quem passar um pouco dos meus rabiscos.
 
Eu sou Vitor Pereira Junior, nasci em 1980, na cidade do Rio de Janeiro.
 
Meu primeiro contato com poesia foi ouvindo Vinicius de Moraes, quando eu tinha pouco mais de 1 ano de idade, por meio dos discos de vinil “A Arca de Noé”. Eu não fazia ideia, mas lá estavam Vinicius, Toquinho, Tom Jobim e tantos outros. Ainda criança, minhas primeiras poesias lidas foram os poemas de Cecília Meireles, no livro original de 1964 “Ou Isto ou Aquilo”, uma herança de minha mãe e guardada solenemente na sua gaveta de cabeceira. Cresci gostando de ler Castro Alves, Gregório de Matos, e me encantando pelos sonetos de Carlos Drummond de Andrade.
 
Também desde criança, adorava ler sobre mitologia grega e antropologia. Queria inventar minhas próprias estórias de aventuras, percorrendo o mundo em busca de civilizações antigas ao estilo Indiana Jones. Meu escritor preferido no começo da adolescência foi Malba Tahan. Lia e relia suas peculiares aventuras árabes em “Maktub”, “Lendas do céu e da terra”, “A Caixa do Futuro”, e, é claro, “O homem que calculava”. Foi Ian Livingstone e sua série de livros-jogos “Aventuras Fantásticas” que me levaram a gostar de escrever contos fantásticos.
 
E há dez anos, após ter começado a expor meus textos no site Recanto das Letras, comecei a ser lido por escritores profissionais. Fui sendo convidado a publicar em antologias de contos e poesias, e desde então venho conhecendo e participando passo a passo do universo da produção literária.
 
Sejam todos os visitantes muito bem-vindos e que possamos contar uns aos outros nossas estórias. 

 
A noite do mal R$10,00
Mercenários do Caos - Livro-jogo de RPG R$10,49
Minha hora preferida R$9,90
Mulheres e seus amores R$9,99
Site do Escritor criado por Recanto das Letras